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Psicólogo fala sobre a Campanha Faça Bonito e destaca importância do combate à violência infantil

Ele explicou que a campanha do 18 de maio tem o objetivo de conscientizar e combater a violência infantil, que tem aumentado na sociedade.

Publicado: 15/05/2024

FOTO: SE LIGA PB

O Psicólogo Clínico da Prefeitura de Matinhas, Raif Nóbrega, em entrevista ao Programa Se Liga PB, na manhã desta quarta-feira (15), falou sobre a Campanha Faça Bonito em apoio ao 18 de maio e ao combate à violência infantil, e destacou a importância dos cuidados com as crianças e adolescente que, muitas vezes, sofrem vários tipos de violência dentro da própria casa. Ele explicou que a campanha do 18 de maio tem o objetivo de conscientizar e combater a violência infantil, que tem aumentado na sociedade.

De acordo com Raif, ações voltadas a campanha estão sendo desenvolvidas no município de Matinhas, que tem tido a preocupação de levar informação e buscar conscientizar a população sobre o tema e como combater a violência infantil.

“É importante observamos qualquer indício de exploração ou abuso dentro da própria casa”, destacou.

O psicólogo alertou para o perigo da exploração e do abuso cyber que acontece por meio da internet, ambiente propício para vários tipos de abusos, inclusive abuso sexual. Além do perigo digital, ele alertou também para a violência dentro da família e das instituições, causando graves sequelas e traumas na criança, seja através da violência física, psicológica ou sexual.

“Quando tratamos do abuso sexual uma das vias pode ser o abuso e a exploração pela internet, mas também pode ser a real, onde muitas vezes está dentro do seio da própria casa ou em instituições onde a criança está inserida”, disse clínico enfatizando a importância de um olhar atento para as crianças.

O profissional ainda chamou a atenção para a importância de denunciar qualquer que seja o tipo de violência cometida contra as crianças e adolescentes, assim como a orientação por parte dos pais e responsáveis em relação ao contato físico com pessoas próximas ou pessoas estranhas.

” Depende do xero, do abraço, do contato físico, existem limites”, destacou.

“É preciso identificar os sinais e comportamentos que a criança está apresentando. Se ela, por ventura, estiver apresentando algum comportamento ou alguma fala, é preciso que os pais ou a rede de apoio, escolas, atenção básica onde a criança é atendida, ter esse olhar. É uma corrente de apoio e a campanha Faça Bonito vem enfatizar essa importância dos municípios, estados, escolas e instituições, darem-se as mãos e proteger de fato essas crianças”, pontuou o psicólogo.

Redação

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