“Quem está impedindo o cidadão de ir trabalhar vai tomar um caldo nas eleições de 2022”, diz vereador de CG

Publicado: 16/03/2021



Vereador Waldeny Santana. (Foto: Renato Araújo/Se Liga PB)

O vereador de Campina Grande, Waldeny Santana(DEM), fez um resumo de manifestações que aconteceram na tarde desta segunda-feira(15), na Praça da Bandeira, aonde lideranças das igrejas católica e evangélica pediam a volta das missas e cultos, de forma presencial. Waldeny explica que as igrejas é um dos poucos segmentos que cumprem rigorosamente com todos os protocolos sanitários.

“As pessoas não aceitam esses ideológos, que vivem fora da realidade das ruas, eles não sabem que o cidadão comum quer trabalhar, fazer o dinheiro para pagar suas contas. Ele(o cidadão comum) não aceita mais essa conversa de fique em casa e fecha tudo”, disse Waldeny, citando as manifestações que aconteceram no último domingo, em todo Brasil, pedindo o fim da rigorosidade nas medidas restritivas dos estados.

“Tivemos manifestações no último domingo, que só vai aumentar. Anotem o que eu estou dizendo: A indignação popular só vai se avolumar, contra tudo isso que está sendo posto”, complementou o parlamentar campinense, durante entrevista à Rádio Caturité FM, dizendo que os políticos adeptos dessas idéias vão “tomar um caldo grande” nas eleições de 2022.

“Esses que estão oprimindo o contribuinte, e a quem quer ir numa missa ou em um culto, que quer trabalhar e ter o seu comércio aberto; prestem atenção no que eu estou dizendo hoje: Quem defende esse fecha tudo e o fique em casa, principalmente os atores políticos, irão tomar um ‘caldo’ na próxima eleição. O cidadão comum não aceita ficar um ano inteiro esperar achatar a curva. Acham que o cidadão é bobo”, afirmou o vereador.

Waldeny apela pra que os políticos não menosprezem a inteligência do povo, ou poderão ouvir essa revolta popular no processo eleitoral de 2022. O parlamentar diz que uma de suas principais pautas na Câmara é a geração de empregos. “O cidadão campinense precisa é de oportunidade de trabalho. Nós queremos que o cidadão não dependa do poder público pra nada.[…] O povo quer emprego e não ficar dependendo de Auxílio Emergencial”, complementou.

Redação



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