REMÍGIO/PB: vereador Paulinho de Kiko afirma que vice-prefeito, Coronel Galvão, foi colocado na “geladeira” e clima de desconforto cresce

As declarações do parlamentar repercutiram durante entrevista ao programa Se Liga PB, nesta quinta-feira (15).

Publicado: 15/01/2026

FOTO: SE LIGA PB



Durante entrevista ao programa Se Liga PB, nesta quinta-feira (15), o vereador de Remígio, Paulinho de Kiko, fez declarações que movimentaram os bastidores políticos da cidade, ao afirmar que o vice-prefeito, Coronel Galvão, teria sido “colocado na geladeira” pela atual gestão do prefeito Cláudio Régis.

Segundo o parlamentar, existe um cenário de desconforto interno, disputas políticas e preparação antecipada de sucessão dentro do atual grupo governista da cidade. Ele afirmou que, por ocupar atualmente uma cadeira no Legislativo, mantém diálogo constante com vereadores tanto da situação quanto da oposição, e disse que as conversas políticas nos bastidores revelam um ambiente de tensão.

“O que a gente percebe claramente é que o vice-prefeito foi colocado na geladeira. Existe um clima de desconforto e a sucessão já está sendo preparada dentro do próprio grupo”, declarou.

O mesmo comentou sobre a relação do atual gestor com o ex-prefeito e classificou Galvão como uma figura “suportada”, sem influência real nas decisões administrativas.

De acordo com Paulinho, o ex-prefeito é visto internamente como alguém de “alta periculosidade política”, especialmente no que diz respeito à ascensão e projeção eleitoral, o que teria motivado seu escanteamento político.

Ainda de acordo com o parlamentar, o cenário aponta para uma antecipação do debate sucessório, com a construção de uma nova liderança dentro da gestão. Ele contou que já há sinais claros de quem estaria sendo preparado para o futuro, com autonomia administrativa, portas abertas e facilidades no exercício da função, o que, na avaliação dele, reforça o isolamento do vice-prefeito Coronel Galvão.

Paulinho de Kiko disse ainda que o desempenho de algumas secretarias tem gerado ciúmes e disputas internas, inclusive entre vereadores da base governista e aliados históricos. Para ele, todos esses fatores contribuem para um ambiente político marcado por insegurança, desconforto e rearranjos estratégicos, culminando no que ele classificou como o “engavetamento” do vice-prefeito dentro da estrutura de poder municipal.

As declarações do vereador seguem repercutindo no meio político local e reacendem o debate sobre a estabilidade da gestão, a relação entre seus principais nomes e os rumos da sucessão política em Remígio.

Redação



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