
O vereador de Campina Grande e primo do prefeito Romero Rodrigues(PSD), Márcio Melo(PSD), disse que a partir do próximo ano Romero vai percorrer toda a Paraíba, levando o seu modelo administrativo e pavimentando apoios políticos para disputar o governo do estado em 2022. “Romero agora vai começar a andar toda a Paraíba, vendendo a imagem da sua gestão bem sucedida na cidade de Campina Grande, para todo o estado”, sublinhou.
Márcio explica que após sair da prefeitura, Romero vai descansar por dez dias e logo em seguida vai iniciar uma caravana do PSD pelo estado, levando sua mensagem, e dialogando com a classe política. “Romero hoje é um dos nomes mais fortes que têm dentro da política, sem desrespeitar os outros, mas ele transita bem. Ele terá, no ano que vem, algo que talvez os outros não tenham, que é a disponibilidade, para avançar e fazer suas caravanas”, disse Márcio, durante entrevista à Rádio Caturité FM.
“E nós vamos estar juntos nesse projeto, e tenho certeza que esse projeto cairá nas graças dos políticos paraibanos e da população. Romero terá tempo pra isso e disponibilidade, e hoje ele tem um conceito muito forte não só junto a classe política mas também a população. Tudo isso credencia Romero a avançar cada vez mais para sua candidatura a governo do estado”, frisa o vereador campinense.
Sobre a possibilidade de fazer palanque para o presidente Jair Bolsonaro(Sem Partido) em 2022, Márcio destaca a boa relação dele com o chefe do Planalto e os Ministérios, portanto seria uma relação que aconteceria naturalmente. “Nasceu essa amizade, e tem tudo para que Romero continue avançando nesse sentido. Ele vai fazer isso escutando todo o grupo político dele, e o partido que ele lidera, o PSD, que ele é o presidente estadual, então ele tem essa liberdade de conversar”, declara.
AGRADECIMENTO
Mesmo não sendo reeleito, o vereador agradeceu aos 2.551 votos que obteve, e pontua que faltou apenas 50 votos pra sua reeleição. Márcio criticou o fato de que alguns candidatos eleitos, cerca de dez, tiveram menos votos que ele. “Se existe uma democracia, se existe uma regra certa, era pra ser os 23 mais votados, os 36 deputados estaduais mais votados e os 12 mais votados e assim por sequência. O povo têm direito de escolher seus representantes, mas respeito a vontade e a regra do jogo”, destacou.
Redação












