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Veneziano lamenta dois últimos indicadores que expõem as fragilidades de políticas públicas no Estado da Paraíba

Um dos dados recentes mostra que a Paraíba está entre os Estados do Brasil com a maior porcentagem de pessoas em situação de pobreza.

Publicado: 09/06/2023

Foto: Reprodução/Assessoria

O Vice-Presidente do Senado Federal, Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), lamentou nesta sexta-feira (09), os dois últimos levantamentos nacionais que expõem as fragilidades das políticas públicas adotadas pelo atual Governador na Paraíba. Um dos dados recentes mostra que a Paraíba está entre os Estados do Brasil com a maior porcentagem de pessoas em situação de pobreza. Em outro, que Estado detém o terceiro maior índice de analfabetismo do Brasil.

Este primeiro dado, elaborado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e feito com base em informações de 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, apontou que a maioria da população da Paraíba (54,6%) vive em situação de pobreza, ou seja, vive com uma renda mensal de até R$ 665,02. Segundo Veneziano, é lamentável notar que as políticas públicas de combate à fome estaduais não vem dando resultado, tendo em vista que, das 27 unidades da federação, 9 – dentre elas a Paraíba – tem a maior parte da população composta por pessoas em situação de pobreza. O estado paraibano está na quarta posição em uma lista com estados concentrados no Norte e Nordeste.

Analfabetismo

Já em relação ao analfabetismo, dados trazidos esta semana, através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que a Paraíba é o terceiro estado do Brasil com maior índice de analfabetismo entre as pessoas que tem pelo menos 15 anos. São 13,6% de analfabetos no estado, ficando à frente apenas de Piauí (14,8%) e de Alagoas (14,4%) e com números piores do que a média nacional (5,6%) e regional (11,7%).

Para completar, a Paraíba tem a menor proporção do país de pessoas de 25 anos ou mais de idade que tinham pelo menos o Ensino Básico Obrigatório, ou seja, que concluíram, no mínimo, o Ensino Médio, de responsabilidade pública do estado. A taxa de 39,6% ficou bem abaixo da média brasileira (53,2%) e da média nordestina (44,1%).

“Registro a lamentar os dois últimos indicadores nacionais que expõem a fragilidade em termos de políticas públicas coordenadas pelo atual governador, na área social e educacional”, disse Veneziano.

Assessoria

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