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Vereador de Campina Grande diz que levou vassoura para sessão como símbolo de protesto contra demagogia política

A discussão foi em torno da repercussão do último decreto assinado pelo prefeito Bruno Cunha Lima, que tem como objetivo diminuir despesas por consequência da queda nos repasses do FPM.

Publicado: 04/10/2023

FOTO: REPRODUÇÃO

O vereador de Campina Grande, Alexandre do Sindicato (UB), disse, em contato com o Se Liga PB, que levou uma vassoura para a última sessão extraordinária da Câmara como símbolo de protesto contra a demagogia política que existe na Rainha da Borborema. A discussão foi em torno da repercussão do último decreto assinado pelo prefeito Bruno Cunha Lima, que tem como objetivo diminuir despesas por consequência da queda nos repasses do FPM.

“Eu vi muitas figuras no final de semana criando terrorismo em cima dos trabalhadores mais sofridos, que são justamente os prestadores de serviço, que na verdade são os que põe a máquina para funcionar”, pontuou.

De acordo com Alexandre, a fala foi em torno da polêmica que surgiu com a publicação do decreto, e que a vassoura era para simbolizar “aqueles que nunca defenderam de fato a classe trabalhadora” da cidade.  

“Eu levei uma vassoura para dizer que tem gente em Campina Grande de oligarquias, filhos de políticos e políticas eternamente, que nunca pegaram em uma vassoura, nunca pegaram em um pano de prato para enxugar uma louça em casa, e passaram a dizer que estão defendendo trabalhador quando nunca fizeram isso”, enfatizou o vereador.

Alexandre afirmou ainda que a Prefeitura de Campina Grande continua trabalhando e que a oposição usou do ocorrido para tentar atacar a gestão do prefeito Bruno Cunha Lima.

“A oposição de Campina Grande não tem o que mostrar, não tem conteúdo. A Prefeitura continua trabalhando firmemente e o que acontece é que a oposição simplesmente tenta a todo custo criar um terrorismo, mas isso caiu por terra com o decreto do prefeito Bruno, que deixou claro que não haveria de deixar de pagar os salários dos trabalhadores, e mantendo os que são essenciais”, disse o parlamentar.

Redação

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