O vereador de Esperança, Adeilson dos Santos do Progressistas (PP), em entrevista ao Programa Se Liga PB, na manhã desta quinta-feira, 17, disse que o poder legislativo municipal é limitado, e diferentemente do legislativo estadual, que pode adquirir emendas impositivas, fica o desafio quanto ao poder de legislar do vereador.
Ele frisou que a limitação é também com relação aos grandes temas sociais e citou o desempenho pessoal do vereador, e a atuação da Casa. Segundo ele, existe esses dois pontos que precisam ser levados em conta quanto a atuação dos vereadores na Câmara Municipal.
“Tem dois lados. Um é o próprio vereador ter seu desempenho pessoal de atender a comunidade, de legislar, de apresentar, fazer cobranças. Do outro lado, tem a atuação da Casa em si, da Câmara mostrar que é importante para a cidade”, explicou.
O vereador ainda falou sobre as novas instalações da Câmara Municipal, que está em andamento. Ele comentou que o atual presidente, se encontra aos poucos se mobilizando em ver a questão de mobília. O espaço será próprio, amplo e permitirá melhor acolhimento quando entregue.
Sobre o andamento da obra, Adeilson disse que a conclusão depende do orçamento da própria Casa, e por isso, acredita que a questão de recursos está causando a lentidão na entrega final, já que segundo ele, a obra é orçada em R$ 500 mil.
“Foi inaugurado o prédio mas falta o mobiliário”, disse.
O representante do legislativo municipal na ocasião, falou sobre sua atuação como vereador e pontuou que são vários requerimentos e projetos existentes. Ele citou requerimentos voltados as questões da Farmácia Básica, transporte para suprir a necessidade das comunidades em deslocamento para resolver compromissos de saúde, e o Projeto de lei da proibição da queima de fogos de estampido, ou seja, fogos barulhentos, que prejudicam idosos, autistas, animais, dentre outros afetados pelo barulho. Adeilson contou que o projeto já foi encaminhado e está tramitando na Câmara.
“Tem famílias que possuem pessoas com deficiência em casa, crianças, idosos, animais, que nos períodos festivos e comemorativos, vivem um verdadeiro drama por conta do barulho”, frisou.
O vereador ressaltou que foi feita uma enquete nas redes sociais, e mais de 80% dos votos foram favoráveis a proibição. Ele comentou que também foi produzida toda uma pesquisa antes de lançar o projeto, e vários municípios dos estados no país, levantam esse tema.
Redação












