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Vereadores de Remígio esclarecem polêmica envolvendo projeto do executivo que pedia relocação de recursos para Assistência Social

Os vereadores de Remígio, Nilsão e Junio da Padre Cícero, em entrevista ao Programa Se Liga PB, na manhã desta sexta-feira (21), esclareceram algumas polêmicas em direito de resposta a última entrevista do secretário de Desenvolvimento Social da Prefeitura de Remígio, Ronny Dhayson, ao Se Liga PB.

Durante a entrevista, o secretário apresentou pontos referentes ao projeto enviado à Câmara Municipal, pedindo autorização do poder legislativo para uso de recursos, através da relocação de uma pasta para a outra. Os recursos seriam para dar continuidade aos trabalhos da Secretaria de Assistência Social, que atende através de programas como o Barriga Cheia, cerca de 300 famílias carentes do município, com a distribuição de refeições.

Junio disse que o projeto tramitou na Casa e pedia uma relocação de recursos, tendo em vista que o orçamento para o ano de 2023 previsto pelo executivo, já teria sido aprovado pela Câmara em dezembro de 2022.

“O que nos surpreendeu foi que em junho, pouco mais de cinco meses, chega na Câmara um projeto que dizia que os recursos, que tinham sido previstos, planejado pela própria Secretaria de Assistência para o ano todo, tinha estourado o orçamento. Foi a própria gestão quem disse o orçamento para o ano todo”, explicou Junio.

O parlamentar pontuou que o projeto deu entrada no dia 16 de junho, porém ficou engavetado por 20 dias, sem que os parlamentares pudessem analisar e votar, já que depende do presidente da Câmara liberar para apreciação.

“O projeto chegou dia 16 e ficou parado dentro da Casa. Se dizia que era urgência, e nos trâmites de urgência ele é reduzido a metade do tempo de tramitação. A gente precisava do tempo necessário para analisar e pedir explicações”, disse o vereador.

Os parlamentares esclareceram ainda que o que foi questionado não foi a necessidade do projeto, visto que muitas famílias são assistidas pela pasta.

“O que a gente questionou não foi a necessidade, porque temos muitas famílias em Remígio que precisam de auxílio, o que questionamos foi a forma como foi feita a tramitação”, destacou. “A presidência depois de 20 dias apresentou o projeto e em 5 dias queria que votasse. Queríamos ler e entender primeiro, precisávamos entender o contexto do projeto”, esclareceu Nilsão.

Depois de tantas polêmicas, o projeto foi aprovado por unanimidade e os recursos foram liberados, sendo destinados a continuidade dos projetos sociais que atendem as famílias em vulnerabilidade social. Além do Barriga Cheia, outras ações importantes são realizadas em benefício das famílias carentes do município, a exemplo da distribuição de cestas básicas, aluguel social, dentre outras.

Redação

Redação

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