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Assessor especial de presidente da Anvisa é preso dentro de complexo da agência em Brasília

Paulo César da Silva tinha cargo comissionado e atuava nas relações governamentais, visto com frequência no Congresso Nacional.

Publicado: 14/06/2023

Foto: Reprodução

O assessor especial da presidência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Paulo César Nascimento da Silva foi preso dentro do complexo da agência em Brasília na segunda-feira (12). Em uma rede social, ele cita que ocupava a função desde agosto de 2019. Paulo César da Silva tinha cargo comissionado e atuava nas relações governamentais, visto com frequência no Congresso Nacional. Ele foi exonerado das funções após a prisão.

O mandado de prisão foi expedido pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal no dia 7 de junho. O blog enviou um e-mail à Polícia Civil do Distrito Federal e anexou o mandado ao qual teve acesso. Em resposta, a Polícia Civil confirmou “a ocorrência com a natureza cumprimento de mandado de prisão, realizada na segunda, pela DCPI – Divisão de Capturas e Polícia Interestadual”.

Até o fim da tarde desta terça-feira (13), Paulo César Nascimento da Silva continuava detido na carceragem da sede da Polícia Civil do Distrito Federal. A GloboNews tentou contato com o assessor e com sua defesa, mas até esta publicação não localizou o advogado responsável pelo caso.

Procurada pelo blog, a Anvisa confirmou a prisão, mas não deu detalhes do motivo. O órgão informou que os policiais tiveram apoio da administração, mas alegou que a agência “não dispõe e não teve ciência de maiores detalhes, tampouco foi documentalmente notificada, provavelmente em face de aspecto processual personalíssimo, envolvendo o referido colaborador”. A nota diz ainda que “as informações inicialmente obtidas dão conta de condutas e/ou fatos ocorridos em período anterior ao exercício do cargo na Agência”.

Veja a nota da Anvisa na íntegra:

Em relação ao fato mencionado, ocorreu no dia de ontem a prisão de ocupante de cargo comissionado, nas dependências desta autarquia. Os agentes policiais receberam integral apoio da administração. Ato contínuo, inclusive para preservar a institucionalidade dos cargos exercidos no âmbito desta autarquia, o colaborador em referência foi exonerado. A administração não dispõe e não teve ciência de maiores detalhes, tampouco foi documentalmente notificada, provavelmente em face de aspecto processual personalíssimo, envolvendo o referido colaborador. As informações inicialmente obtidas dão conta de condutas e/ou fatos ocorridos em período anterior ao exercício do cargo na Agência. A Anvisa permanece à disposição das autoridades, para prestar quaisquer informações necessárias, no melhor interesse da Justiça.

Por G1

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