“Não precisava usar o nome de Deus pra se desfiliar”, diz Jonas sobre alegações do Professor Lulu para romper

Publicado: 24/07/2020



Foto: Reprodução TV Nordestina

Em entrevista à TV Nordestina, na tarde desta quinta-feira(24), o prefeito de Montadas, Jonas Souza, fez um balanço de suas ações e opinou sobre as movimentações políticas no município. Jonas, quando perguntado, sobre o rompimento do ex vice-prefeito, Professor Lulu, que no ano passado renunciou o cargo, deu a sua opinião sobre o que aconteceu.

Lulu alegava na época que iria ser diácono da igreja católica, e que pelo fato de ocupar um cargo político, não poderia ser ordenado, e que para isso precisava renunciar ao mandato de vice, além de que poderia ser prejudicado na aposentadoria. Alguns meses após, Lulu rompeu com o prefeito Jonas e agora é o pré-candidato a prefeito da oposição.

Sobre a decisão de Lulu à época, Jonas diz que respeita a decisão dele, mas que “não precisava usar o nome de Deus para romper”. “A gente respeita a posição dele, e temos que aceitar as pessoas como eles são, e não como gostaríamos que fosse. Mas temos que ser verdadeiros, e passar a verdade para a população de Montadas, coisa que ele(Lulu) não faz”, alfinetou Jonas.

“A vida inteira ele usa espaços em rádio pra me chamar de mentiroso, de ‘pai da mentira’. Não faço isso com ele porque a gente faz a política com democracia, respeitando a decisão de cada um. Quando o professor Lulu tomou a decisão de renunciar ao cargo de vice-prefeito, não foi com raiva do prefeito Jonas, e sim porque Lulu ia dar entrada na aposentadoria e ia ter que agregar algumas vantagens para se aposentar”, explicou.

“Naquele momento estava tendo a reforma da previdência, e a escola estadual José Maria de Souza estava passando para o ensino integral, e Lulu tinha que optar: Ou ficava no cargo de vice-prefeito ou dava entrada na aposentadoria, e ia dar aulas na escola estadual, nos dois turnos. A gente tem que ser verdadeiro: Quando ele veio pedir a desfiliação, que me entregou o requerimento, na casa do vereador Júnior de Iremar, ele na época passou pra mim que não queria nada com política, e estava saindo do partido porque ia ser diácono”, continuou o prefeito.

“Na hora que a gente não quer mais participar do grupo político, a gente tem que ser verdadeiro: Quem me conhece sabe que faço política dessa maneira. Faço com respeito à opinião de cada um. Não precisava, de maneira nenhuma, ele vir com uma mentira dessas, usar Deus, que ia ser diácono da igreja, pra pedir desfiliação”, declarou Jonas.

Ao fim da fala, sobre o assunto, o prefeito desejou sorte a ele na caminhada, e que adversários só se deve fazer duas coisas: Respeitar e enfrentar.

Redação



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