Secretário de saúde de Campina Grande esclarece boatos, sobre chegada da vacina contra a Covid-19

Publicado: 01/12/2020



O Secretário de Saúde de Campina Grande, Felipe Reul, esclareceu sobre um boato que circulou na cidade, de que supostamente, a cidade já tinha a vacina contra a Covid-19. Durante entrevista ao programa RC Notícias, na Rádio Caturité FM, desta terça-feira(01), Reul pontuou que na verdade a secretaria começou a estruturar todas as unidades de saúde, para receber as pessoas, quando a vacina chegar na cidade.

Felipe diz que algumas unidades, que tem a sala de vacinação, não estavam equipadas adequadamente, faltando geladeiras e ar-condicionado. ” A gente fez a aquisição desses equipamentos, estamos começando a distribuir para as unidades que estavam faltando, para quando a vacina for distribuída pelo Ministério da Saúde e o Governo do Estado, tivesse uma estrutura pronta, para ter o maior número possível de pontos de vacinação na cidade”, esclareceu o secretário.

Por fim, o titular da saúde disse que a medida foi apenas uma preparação, para quando a vacinar chegar, ter um estrutura pronta. “Isso é o que vem ocorrendo, é o nosso planejamento e preparação prévia, para que o município de Campina Grande esteja pronto, assim que o Ministério da Saúde disponibilizar a vacina contra a Covid”, ressaltou.

PREVISÃO DE CHEGADA

Felipe ainda anunciou que ainda não há nenhuma novidade sobre a chegada da vacina, mas que as informações que vem recebendo do Ministério da Saúde, caso a vacina seja aprovada pelos orgãos de saúde, a previsão é que a distribuição comece a ser feita na segunda quinzena do mês de Dezembro.

“Mas isso são apenas previsões por parte do Ministério, não existe nada certo ainda, porque ainda está aguardando o registro das vacinas junto a Anvisa”, pontuou o secretário.

SEM LOCKDOWN

Ainda na entrevista, o secretário de saúde descartou toda e qualquer possibilidade de ter lockdown na cidade. “De forma alguma, os casos de Campina Grande estão estabilizados”, completou. Felipe diz que a procura pelos atendimentos iniciais no Hospital Pedro I aumentaram, mas não na mesma quantidade do início da pandemia.

Segundo o secretário, a taxa de ocupação dos leitos de UTI no Pedro I é de 29%, número baixo, se considerar a taxa de outras cidades do porte de Campina Grande.

Redação



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