Angélica anuncia voto em Lula e diz que medo de ataques não vai silenciá-la

Em vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou que decidiu tornar público seu posicionamento político apesar do receio de sofrer críticas e ataques.

Publicado: 21/10/2026

Foto: Reprodução



A apresentadora Angélica declarou, nesta quarta-feira (21), apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou que decidiu tornar público seu posicionamento político apesar do receio de sofrer críticas e ataques.

No depoimento, Angélica destacou a mobilização de jovens em defesa da democracia e disse que esse movimento a inspirou a falar sobre suas convicções. “É também olhando para esse movimento que eu encontro coragem pra não deixar essa angústia me paralisar e me impedir de falar sobre aquilo que eu acredito”, afirmou.

A apresentadora ressaltou que não se identifica como petista nem se considera de direita ou de esquerda. Segundo ela, sua decisão de votar em Lula está relacionada à defesa da democracia e à importância de uma sociedade que valorize o respeito, o diálogo e o cuidado com as pessoas.

“Sempre fui a favor da alternância de poder, não sou petista, não me vejo como de direita nem de esquerda, mas eu quero viver num país onde as pessoas se escutem, se respeitem e cuidem umas das outras”, declarou.

Angélica também defendeu que os governantes atuem sem preconceito e respeitem as dificuldades e as lutas da população. Ao explicar sua escolha eleitoral, concluiu: “É por tudo isso que eu decidi votar no Lula”.

A manifestação de Angélica ocorreu menos de um dia depois de sua sogra, Marta Dora Grostein, mãe de Luciano Huck, também declarar voto em Lula. Professora e arquiteta, ela publicou um vídeo em que relatou as ameaças sofridas por seu filho Fernando Grostein, irmão do apresentador, em razão de ataques homofóbicos.

Marta afirmou que o medo de morrer por ser quem é esteve entre os motivos que levaram Fernando a deixar o Brasil há sete anos. No pronunciamento, ela também criticou o que considera um retrocesso nas políticas sociais e culturais e declarou apoio à candidatura de Lula.

As manifestações das duas ocorreram em meio à discussão eleitoral sobre a disputa pela Presidência da República, que tem Lula e Flávio Bolsonaro (PL) como adversários.

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