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João Gonçalves fala de desconfiança contra Gervásio Maia e defende que governador assuma comando do PSB na Paraíba

João Gonçalves afirmou que o presidente do partido tem que ser João Azevêdo. "O partido internamente está em ebulição e muita gente não se sente com segurança”.

Publicado: 15/03/2024

FOTO: REPRODUÇÃO

O deputado estadual João Gonçalves afirmou que há desconfiança contra Gervásio Maia dentro do partido e defendeu o nome do governador João Azevêdo para a presidência do PSB. A declaração do parlamentar foi feita no programa Arapuan Verdade desta quinta-feira (14).

“Tem que ser João Azevêdo porque o partido internamente está em ebulição e muita gente não se sente com segurança dentro do partido com meu amigo, meu colega, meu ex-presidente Gervásio Maia”, disparou. Ele afirmou ainda que João Azevêdo tem que ser candidato ao Senado da República por tudo que está fazendo pela Paraíba. 

Sobre apoio às eleições para a Prefeitura de Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa, João Gonçalves comentou. “Eu não decidi ainda. Estou esperando João Azevêdo. Eu não apoio o prefeito que está lá por conta daquela água da ANE. Aquela água foi de uma liminar, aquela água da ANE em Santa Rita tirou a Cagepa dizendo que ia ter água em tudo que é lugar do município, que ia baixar a conta, que ia ter qualidade e não sabiam ligar a bomba. Faltou energia, choveu, a bomba ficou submersa e foram chamar os técnicos da Cagepa. Um escândalo”, ressaltou.

O parlamentar comentou, durante o programa, sobre a relação com o deputado Wallber Virgolino, na Assembleia Legislativa. “Wallber tem que produzir matéria. Como colega meu, todo dia dá um abraço em mim e faz um vídeo. Tem que fazer mídia”, pontuou.

Já em relação ao secretário de Educação da Paraíba, Antônio Roberto de Araújo Souza, ele disse que está em crise com a Assembleia. “O modelo de educação que ele está colocando é bom, mas tem artigos que conflitam e aí tem que ter uma discussão maior. Eu não tenho nada contra ninguém”. 

João Gonçalves comentou que a maior dificuldade do governador João Azevêdo hoje, quando cria uma escola em tempo integral, é que parte do alunado não quer ficar dois turnos presa na escola. “Lula fez o negócio de pagar, João já está pensando também. Ele já está pensando porque nas escolas que não são integrais não tem vaga e, nas que são, estão sobrando vagas”.

Com Luciene Meireles

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