Veneziano reage a oposição e cobra votação do fim da escala 6×1: “Quem estiver contra, que se apresente”

Segundo Veneziano, este é o momento para a população brasileira identificar quem é contra a proposta.

Publicado: 07/10/2026

Foto: Reprodução



O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) criticou nesta terça-feira (06) uma articulação de senadores de oposição ao governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) para barrar a votação do fim da escala de trabalho 6×1, sem perdas salariais. A articulação é encabeçada por senadores do PL, partido do candidato à presidência Flávio Bolsonaro, que querem postergar a votação para depois do 2º turno das eleições, contrariando a pauta definida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), que prevê a votação agora no início de outubro.

Segundo Veneziano, este é o momento para a população brasileira identificar quem é contra a proposta.

“Quem estiver contra que se apresente e traga seus fundamentos. Nós estamos aqui colocando aos brasileiros que existem senadores que se posicionam em nome da dignidade do trabalho e do trabalhador, do reconhecimento que os milhões de brasileiros tem de poder gozar de um segundo dia de descanso, de mostrar, de forma categórica, que isso não trará prejuízos, muito pelo contrário, é a saúde do trabalhador, seja esta física ou mental, é a oportunidade de estar mais próximo aos seus familiares e, com isso, até produzir mais. E nós vamos discutir, inclusive nos próximos 19 dias, entre aqueles que defendem o trabalhador daqueles que não o farão, que são os opositores dos trabalhadores brasileiros”, destacou o senador.

Veneziano lembrou que os senadores que agora se apresentam contra a redução da jornada de trabalho são os mesmos que foram contra a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, que não aceitam o reajuste anual do salário mínimo, que são contra a destinação de recursos para universidades públicas, que são contra a ampliação dos Institutos Federais de Educação para cidades do interior do Brasil, e que já se apresentam contrários ao programa Pé de Meia.

“O governo Lula é o governo que garante o Pé de Meia, que acabará, se nós não defendermos a reeleição do presidente Lula. Se esta matéria não for aprovada agora, ela não virá no próximo ano”, alertou.

PB Agora 



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